O indivíduo portador de deficiencia mental, possue um baixo nível intelectual, dificultando sua aprendizagem.Essa deficiencia originada no cérebro, produz baixa produçao de conhecimento, pode ter sido de ordem congenita, complicaçoes na gestaçao, parto ou pós natal.
Apesar de nao haver cura, as limitaçoes passam a nao ser definitivas e imitáveis a medida que houver o apoio necessário para cada caso.
No video que assistimos na aula presencial, onde o personagem principal era Peter um menino com essa deficiencia, estando num processo de inclusao, mostrou-nos o dia a dia de uma turma regular em fase de adaptaçao e aceitaçao de um colega agressivo e muitas vezes insuportável. É claro que a realidade, nesse caso, era outra havia monitoramento por cameras e o apoio de especialistas.
Particularmente,na realidade em que se encontram nossas escolas públicas, se eu tivesse um Peter em minha turma, eu nao teria estrutura o suficiente para lidar com esse tipo de inclusao. O que nao admito e sou radicalmente contra, mesmo sendo inconsciente como o caso de Peter, é a violencia física.
Tenho um aluno, no 4º ano, que sempre foi violento, mas consciente do que faz, após xingado ele sempre pede desculpas , depois de um exaustivo trabalho, ele agora melhorou cinquenta por cento. Os professores que o conhecem perguntam como eu consegui isso, eu respondo que ele está amadurecendo e mesmo eu sendo muito calma ele já me viu furiosa quando ele usa de violencia com alguem, realmente nao tenho outra explicaçao. O que me chamava atençao é que nao se podia tocar nele, carinho nem se fala, mas eu sempre insisti, sou uma pessoa, talvez carente ou carinhosa em excesso, que gosta muito do toque, agora ele já se encosta em mim, já consegui lhe abraçar e até um beijo rapidinho ele me deu, mas nao é nada fácil trabalhar com a violencia, isso que o problema dele nao é como do garoto Peter "Deficiencia Mental".
domingo, 21 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
ANÁLISE DO TEXTO DE ADORNO
Sobre todos os fatores que levam os indivíduos a aceitarem a barbárie de Auschwitz e outras, o mais perceptível é o fator da inconsciência. Parece-nos que os homens não se deram conta de tamanha monstruosidade ocorrida. A realidade atual ainda espelha a atmosfera da época das barbáries como a explosão demográfica, o nacionalismo agressivo e a superioridade subjetiva dos habitantes da cidade sobre os habitantes do campo. Outro cenário da atualidade que lembra a época da barbárie e até predispõe que ela volte a acontecer é a inconsciência de que os interesses do estado e do coletivo estão acima dos direitos do indivíduo. Não somente os direitos, mas os interesses. Podemos perceber isto através das manifestações públicas sociais. O interesse do coletivo e a obrigação de participar do senso comum transcendem os princípios individuais de cada membro, quebrando sua resistência.
Partilhando das idéias do autor sobre a solução proposta para que esta série de acontecimentos bárbaros não se repita, devemos trabalhar a Conscientização e a Educação. No que tange à conscientização, deve-se trabalhar a volta ao sujeito e estudar os motivos pelos quais os homens desencadeiam a necessidade da barbárie e conscientizá-los disso para que o fato não ocorra novamente. Deve-se trabalhar contra a inconsciência. Já no que diz respeito à educação, esta deve ser dirigida para a autoreflexão crítica. Deve começar na primeira infância e estender a todos para que haja um esclarecimento geral sobre a barbárie, considerando a desbarbarização do campo como um dos mais importantes objetivos educacionais. A educação política do indivíduo também deve ser trabalhando promovendo uma espécie de doutrinação política, tentando esclarecer sobre os jogos de poderes da sociedade. Desde cedo os alunos, dentro da escola, devem aprender sobre estes acontecimentos históricos para ajudar na ajudar na conscientização da frieza em si e apurar os motivos que a ela levaram.
Adorno sugere que as condições sociais objetivas que empurraram a humanidade à barbárie já são a própria e não somente seus resultados. É disto que falta consciência. Esta "educação contra a barbárie" exige uma crítica social sobre a ideologia. É inaceitável que uma civilização como a nossa hoje, dotada de aparatos tecnológicos, acessível a qualquer tipo de informação repita a barbárie.
Ignorar os fatos trazidos pela história e tentar afastá-los da nossa realidade é uma ação digna de condenação, pois mesmo o homem moderno, com suas tendências e projetos para o futuro deve se lembrar que sua existência é fruto do tempo que passou e do sofrimento de pessoas que foram subjugadas pela ausência de consciência. E é somente a isso que podemos atribuir o acontecido, pois os alemães eram dotados de uma genialidade incomparável. No entanto, em meio à tamanha genialidade, faltou-lhes a compreensão de que os judeus não tinham nada humanamente superior ou inferior a eles.
Partilhando das idéias do autor sobre a solução proposta para que esta série de acontecimentos bárbaros não se repita, devemos trabalhar a Conscientização e a Educação. No que tange à conscientização, deve-se trabalhar a volta ao sujeito e estudar os motivos pelos quais os homens desencadeiam a necessidade da barbárie e conscientizá-los disso para que o fato não ocorra novamente. Deve-se trabalhar contra a inconsciência. Já no que diz respeito à educação, esta deve ser dirigida para a autoreflexão crítica. Deve começar na primeira infância e estender a todos para que haja um esclarecimento geral sobre a barbárie, considerando a desbarbarização do campo como um dos mais importantes objetivos educacionais. A educação política do indivíduo também deve ser trabalhando promovendo uma espécie de doutrinação política, tentando esclarecer sobre os jogos de poderes da sociedade. Desde cedo os alunos, dentro da escola, devem aprender sobre estes acontecimentos históricos para ajudar na ajudar na conscientização da frieza em si e apurar os motivos que a ela levaram.
Adorno sugere que as condições sociais objetivas que empurraram a humanidade à barbárie já são a própria e não somente seus resultados. É disto que falta consciência. Esta "educação contra a barbárie" exige uma crítica social sobre a ideologia. É inaceitável que uma civilização como a nossa hoje, dotada de aparatos tecnológicos, acessível a qualquer tipo de informação repita a barbárie.
Ignorar os fatos trazidos pela história e tentar afastá-los da nossa realidade é uma ação digna de condenação, pois mesmo o homem moderno, com suas tendências e projetos para o futuro deve se lembrar que sua existência é fruto do tempo que passou e do sofrimento de pessoas que foram subjugadas pela ausência de consciência. E é somente a isso que podemos atribuir o acontecido, pois os alemães eram dotados de uma genialidade incomparável. No entanto, em meio à tamanha genialidade, faltou-lhes a compreensão de que os judeus não tinham nada humanamente superior ou inferior a eles.
domingo, 7 de junho de 2009
MAPA CONCEITUAL

Na aula presencial do dia 2/6, as interdisciplinas Seminário Integrador VI e Psicologia II, realizar uma tarefa de esclarecimento quanto a montagem de um mapa conceitual com conceitos piagetianos.
O mapa conceitual é uma representação gráfica em dimensões onde há conjuntos de conceitos relacionados entre sí e ligados por verbos que os levam as funções estruturantes.
Os mapas conceituais podem ser usados como estratégias de estudos, de apresentação de itens curriculares, instrumentos para a avaliação de aprendizagem escolar e pesquisas educacionais.
Nessa aula, as professoras Luciane e Simone distribuíram uma folha para os grupos contendo conceitos piagetianos. Cada grupo analisou os conceitos e usou um grupo de palavras e verbos de ligação para assim fazer o seu mapa conceitual e montar um cartaz para expor e apresentar, pois os mesmos não são definitivamente auto-explicativos, cada observador poderá fazer a sua leitura.
O nosso grupo partiu da INTERAÇÃO (ai surgiu uma polêmica, ação ou interação?),promove ASSIMILAÇAO, possibilita ACOMODAÇAO e EQUILIBRAÇÃO, gera ADAPTAÇÃO e CONSTRUÇÃO do CONHECIMENTO, cria condições de APRENDIZAGEM, num movimento de ida e volta, realizando o mesmo caminho.
Marcadores:
Psicologia II,
Seminário Integrador VI
quinta-feira, 28 de maio de 2009
A VIDA INDÍGENA
Os índios de hoje, estão divididos entre dois lados, os que ainda vivem isolados e sem contato com a civilização onde sua vida ainda é tradicional, com hábitos de caça e pesca, alheios a modernização. E os que já estão integrados com a vida moderna, ficando cada vez mais parecidos com o "homem branco",muitos falam bem o portugues, usam bem as tecnologias e até mesmo atuam como políticos.
Muitos índios moram em casas com luz elétrica, estudam normalmente e alguns até já chegaram na Universidade.
Há grande diversidade cultural entre os povos indígenas no Brasil, mas há também características comuns: Habitação coletiva,vida cerimonial, a arte, a educação das crianças se faz por todos os habitantes da aldeia, a herança cultural nos alimentos, objetos, redes, caça-pesca, o vocabulário, nomes de frutas nativas, trabalho em ceramica, preparo da farinha, uso do tabaco e o banho diário.
O Serviço de Proteção ao Índio (SPI), foi criado em 1910 para prestar assistencia aos índios, sendo substituído pela FUNAI em 1967.
O Estatuto do Índio determina que as comunidades indígenas fiquem sujeitas ao regime tutelar estabelecendo como objetivo em seu primeiro artigo a integração dos índios na sociedade brasileira.
Muitos índios moram em casas com luz elétrica, estudam normalmente e alguns até já chegaram na Universidade.
Há grande diversidade cultural entre os povos indígenas no Brasil, mas há também características comuns: Habitação coletiva,vida cerimonial, a arte, a educação das crianças se faz por todos os habitantes da aldeia, a herança cultural nos alimentos, objetos, redes, caça-pesca, o vocabulário, nomes de frutas nativas, trabalho em ceramica, preparo da farinha, uso do tabaco e o banho diário.
O Serviço de Proteção ao Índio (SPI), foi criado em 1910 para prestar assistencia aos índios, sendo substituído pela FUNAI em 1967.
O Estatuto do Índio determina que as comunidades indígenas fiquem sujeitas ao regime tutelar estabelecendo como objetivo em seu primeiro artigo a integração dos índios na sociedade brasileira.
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Questões étnico-raciais em Sociologia e História
domingo, 24 de maio de 2009
Portadores deDeficiência Física
Segundo a Organização Mundial da Saúde (1980),a deficiência é uma perda ou anomalia de uma estrutura, função psicológica, anatômica ou fisiològica numa pessoa, podendo ser permanente ou temporário e isso trás a incapacidade para exercer "algumas" atividades, dentro dos limites considerados normais ao ser humano.
Muitas escolas não possuem alunos deficientes físicos, às vezes por não aceitarem o desafio de mudança, o medo do desconhecido e outras por não serem procuradas por esse tipo de clientela, que tomam conhecimento da inexistência da estrutura adequada à esses alunos.
A inclusão escolar, permite ao aluno com necessidades especiais se beneficiar da convivência social e a seu modo, também, dos conteúdos curriculares trabalhados com a turma. A educação física oportuniza maior contato com os colegas, as atividades devem se adequar a esses alunos, respeitando assim as diferenças.
Muitas escolas não possuem alunos deficientes físicos, às vezes por não aceitarem o desafio de mudança, o medo do desconhecido e outras por não serem procuradas por esse tipo de clientela, que tomam conhecimento da inexistência da estrutura adequada à esses alunos.
A inclusão escolar, permite ao aluno com necessidades especiais se beneficiar da convivência social e a seu modo, também, dos conteúdos curriculares trabalhados com a turma. A educação física oportuniza maior contato com os colegas, as atividades devem se adequar a esses alunos, respeitando assim as diferenças.
sábado, 16 de maio de 2009
A Escola e os alunos Afro-descendentes
Após ter trabalhado o povo brasileiro numa dimensão de sua miscigenação, as questões relacionadas à diversidade, pertencimento de raças, identidades, pesquisas com as famílias sobre seus antepassados e a construção do mosaico étnico-racial que aguçaram a curiosidade da turma quanto ao tema trabalhado, prossegui o estudo com a entrevista aos meus alunos afro-descendentes.
Entrevista essa que passou-se naturalmente, com tranquilidade e bastante autonomia por parte de meus alunos. Eles, em resumo, deixaram bem claro que em nossa escola nunca sentiram-se inferiores, pelo contrário sentem-se e são iguais a todos os outros alunos que não são negros.
Senti meus alunos bem resolvidos e até mesmo satisfeitos pelo desenrolar da conversa, assim como fiquei ao me certificar que a nossa escola passa para eles uma segurança e os acolhe com muito orgulho e entusiasmo.
Ao ler os textos de Marilene Leal Paré, indaguei-me sobre certas colocações onde os alunos sofrem preconceitos através de apelidos, brincadeiras, risos, rejeições... Será que isso ainda acontece em nossas escolas brasileiras? Eles sentem vergonha da cor, não se valorizam, desenvolvem em si uma mágoa pela rejeição e baixo auto-estima?
As dimensões da expressão afro, colocadas num dos textos e comentadas em outro, como considerações importantes ao sucesso escolar do aluno de origem afro, me proporcionou ampla idéia dos atos discriminatórios que uma escola pode cometer contra esses alunos, tendo como resultado o pleno desenvolvimento cognitivo, ou não.
Lí uma pesquisa do Correio do Brasil (18/11/08), pela internet, que dizia:
“Os negros são maioria no contingente de analfabetos do país, somando 9 milhões do total de 14 milhões, estão mais atrasados nos estudos do que o restante da população”.
Isso sugere que para as crianças e adolescentes negros e pardas, incidem obstáculos adicionais ao desenvolvimento dos estudos, representado pela discriminação racial presente nos espaços escolares-diz a pesquisa.
Os alunos negros não se sentem representados pelos próprios livros que usam. Eles se vêem apenas no tronco, no açoite. O aluno só se vê na posição inferior, ficando abatido e isso impacta no seu desempenho escolar.
Entrevista essa que passou-se naturalmente, com tranquilidade e bastante autonomia por parte de meus alunos. Eles, em resumo, deixaram bem claro que em nossa escola nunca sentiram-se inferiores, pelo contrário sentem-se e são iguais a todos os outros alunos que não são negros.
Senti meus alunos bem resolvidos e até mesmo satisfeitos pelo desenrolar da conversa, assim como fiquei ao me certificar que a nossa escola passa para eles uma segurança e os acolhe com muito orgulho e entusiasmo.
Ao ler os textos de Marilene Leal Paré, indaguei-me sobre certas colocações onde os alunos sofrem preconceitos através de apelidos, brincadeiras, risos, rejeições... Será que isso ainda acontece em nossas escolas brasileiras? Eles sentem vergonha da cor, não se valorizam, desenvolvem em si uma mágoa pela rejeição e baixo auto-estima?
As dimensões da expressão afro, colocadas num dos textos e comentadas em outro, como considerações importantes ao sucesso escolar do aluno de origem afro, me proporcionou ampla idéia dos atos discriminatórios que uma escola pode cometer contra esses alunos, tendo como resultado o pleno desenvolvimento cognitivo, ou não.
Lí uma pesquisa do Correio do Brasil (18/11/08), pela internet, que dizia:
“Os negros são maioria no contingente de analfabetos do país, somando 9 milhões do total de 14 milhões, estão mais atrasados nos estudos do que o restante da população”.
Isso sugere que para as crianças e adolescentes negros e pardas, incidem obstáculos adicionais ao desenvolvimento dos estudos, representado pela discriminação racial presente nos espaços escolares-diz a pesquisa.
Os alunos negros não se sentem representados pelos próprios livros que usam. Eles se vêem apenas no tronco, no açoite. O aluno só se vê na posição inferior, ficando abatido e isso impacta no seu desempenho escolar.
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Questões étnico-raciais em Sociologia e História
sábado, 9 de maio de 2009
Meu Dossiê da Inclusão
O Dossiê da Inclusão, o qual cada um de nós construiu para ali relatar experiências e relatos, sobre alunos com necessidades educacionais especiais, está sendo um espaço muito rico de aprendizagens. Eu, particularmente me sentia excluida desse processo tão importante em nossa profissão, lidamos com pessoas que muitas vezes buscam em nós a solução para seus problemas, crianças e adolescentes sentindo-se rejeitados pela sociedade em geral e também pela escola que não fazia um trabalho paralelamente diferenciado e a família sem saber a quem recorrer para pedir ajuda, achando mais fácil deixar em casa seu filho(a) "especial", escondendo-o do mundo.
Agora posso dizer que estou mais por dentro desse processo, através das leituras de textos, dos fóruns, pesquisas e os Dossiês dos(as)colegas que estão riquissímos.
Quando temos que lidar com o diferente, o imprevisto, tendo que nos haver com procedimentos que são novos, temos que ter flexibilidade em nossas ações, tornando o nosso trabalho mais incluso dentro desse processo.
Agora posso dizer que estou mais por dentro desse processo, através das leituras de textos, dos fóruns, pesquisas e os Dossiês dos(as)colegas que estão riquissímos.
Quando temos que lidar com o diferente, o imprevisto, tendo que nos haver com procedimentos que são novos, temos que ter flexibilidade em nossas ações, tornando o nosso trabalho mais incluso dentro desse processo.
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