O indivíduo portador de deficiencia mental, possue um baixo nível intelectual, dificultando sua aprendizagem.Essa deficiencia originada no cérebro, produz baixa produçao de conhecimento, pode ter sido de ordem congenita, complicaçoes na gestaçao, parto ou pós natal.
Apesar de nao haver cura, as limitaçoes passam a nao ser definitivas e imitáveis a medida que houver o apoio necessário para cada caso.
No video que assistimos na aula presencial, onde o personagem principal era Peter um menino com essa deficiencia, estando num processo de inclusao, mostrou-nos o dia a dia de uma turma regular em fase de adaptaçao e aceitaçao de um colega agressivo e muitas vezes insuportável. É claro que a realidade, nesse caso, era outra havia monitoramento por cameras e o apoio de especialistas.
Particularmente,na realidade em que se encontram nossas escolas públicas, se eu tivesse um Peter em minha turma, eu nao teria estrutura o suficiente para lidar com esse tipo de inclusao. O que nao admito e sou radicalmente contra, mesmo sendo inconsciente como o caso de Peter, é a violencia física.
Tenho um aluno, no 4º ano, que sempre foi violento, mas consciente do que faz, após xingado ele sempre pede desculpas , depois de um exaustivo trabalho, ele agora melhorou cinquenta por cento. Os professores que o conhecem perguntam como eu consegui isso, eu respondo que ele está amadurecendo e mesmo eu sendo muito calma ele já me viu furiosa quando ele usa de violencia com alguem, realmente nao tenho outra explicaçao. O que me chamava atençao é que nao se podia tocar nele, carinho nem se fala, mas eu sempre insisti, sou uma pessoa, talvez carente ou carinhosa em excesso, que gosta muito do toque, agora ele já se encosta em mim, já consegui lhe abraçar e até um beijo rapidinho ele me deu, mas nao é nada fácil trabalhar com a violencia, isso que o problema dele nao é como do garoto Peter "Deficiencia Mental".
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domingo, 21 de junho de 2009
domingo, 24 de maio de 2009
Portadores deDeficiência Física
Segundo a Organização Mundial da Saúde (1980),a deficiência é uma perda ou anomalia de uma estrutura, função psicológica, anatômica ou fisiològica numa pessoa, podendo ser permanente ou temporário e isso trás a incapacidade para exercer "algumas" atividades, dentro dos limites considerados normais ao ser humano.
Muitas escolas não possuem alunos deficientes físicos, às vezes por não aceitarem o desafio de mudança, o medo do desconhecido e outras por não serem procuradas por esse tipo de clientela, que tomam conhecimento da inexistência da estrutura adequada à esses alunos.
A inclusão escolar, permite ao aluno com necessidades especiais se beneficiar da convivência social e a seu modo, também, dos conteúdos curriculares trabalhados com a turma. A educação física oportuniza maior contato com os colegas, as atividades devem se adequar a esses alunos, respeitando assim as diferenças.
Muitas escolas não possuem alunos deficientes físicos, às vezes por não aceitarem o desafio de mudança, o medo do desconhecido e outras por não serem procuradas por esse tipo de clientela, que tomam conhecimento da inexistência da estrutura adequada à esses alunos.
A inclusão escolar, permite ao aluno com necessidades especiais se beneficiar da convivência social e a seu modo, também, dos conteúdos curriculares trabalhados com a turma. A educação física oportuniza maior contato com os colegas, as atividades devem se adequar a esses alunos, respeitando assim as diferenças.
sábado, 9 de maio de 2009
Meu Dossiê da Inclusão
O Dossiê da Inclusão, o qual cada um de nós construiu para ali relatar experiências e relatos, sobre alunos com necessidades educacionais especiais, está sendo um espaço muito rico de aprendizagens. Eu, particularmente me sentia excluida desse processo tão importante em nossa profissão, lidamos com pessoas que muitas vezes buscam em nós a solução para seus problemas, crianças e adolescentes sentindo-se rejeitados pela sociedade em geral e também pela escola que não fazia um trabalho paralelamente diferenciado e a família sem saber a quem recorrer para pedir ajuda, achando mais fácil deixar em casa seu filho(a) "especial", escondendo-o do mundo.
Agora posso dizer que estou mais por dentro desse processo, através das leituras de textos, dos fóruns, pesquisas e os Dossiês dos(as)colegas que estão riquissímos.
Quando temos que lidar com o diferente, o imprevisto, tendo que nos haver com procedimentos que são novos, temos que ter flexibilidade em nossas ações, tornando o nosso trabalho mais incluso dentro desse processo.
Agora posso dizer que estou mais por dentro desse processo, através das leituras de textos, dos fóruns, pesquisas e os Dossiês dos(as)colegas que estão riquissímos.
Quando temos que lidar com o diferente, o imprevisto, tendo que nos haver com procedimentos que são novos, temos que ter flexibilidade em nossas ações, tornando o nosso trabalho mais incluso dentro desse processo.
domingo, 5 de abril de 2009
RETORNANDO AO MEU BLOG
Estou retornando a esse espaço com muita satisfação, pois é aqui que registro o resumo da minha caminhada em cada semestre do PEAD.
Inicio sintetizando uma das interdisciplinas que mais motivou-me ao primeiro contato, a "Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais", isto é a inclusão no ensino regular.
Esse tema preocupa bastante, nesses últimos anos está cada vez mais próximo de nós educadores. E será que sabemos lidar com esses alunos de inclusão, bem que as nossas tentativas são constantes, mas o que estamos fazendo realmente está ajudando? Essa indagação me inquieta.
Lendo a cartilha feita pela SMED de Gravataí em 2004, encontrei dados interessantes, essa leitura veio ao encontro de algo que estava me faltando conhecer, mesmo que pelo papel, o que nosso município está fazendo através da Secretaria de Educação.
A inclusão é construir uma sociedade onde as pessoas possam viver e conviver na diversidade, significa muito mais do que colocar juntos alunos com deficiência e sem deficiência em uma sala de aula. Trata-se de uma transformação muito maior, significa trazer de volta para a escola todos aqueles que foram excluidos. Implica também mudar a nossa concepção enquanto professores, diretores, orientadores, funcionários, pais.
Inicio sintetizando uma das interdisciplinas que mais motivou-me ao primeiro contato, a "Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais", isto é a inclusão no ensino regular.
Esse tema preocupa bastante, nesses últimos anos está cada vez mais próximo de nós educadores. E será que sabemos lidar com esses alunos de inclusão, bem que as nossas tentativas são constantes, mas o que estamos fazendo realmente está ajudando? Essa indagação me inquieta.
Lendo a cartilha feita pela SMED de Gravataí em 2004, encontrei dados interessantes, essa leitura veio ao encontro de algo que estava me faltando conhecer, mesmo que pelo papel, o que nosso município está fazendo através da Secretaria de Educação.
A inclusão é construir uma sociedade onde as pessoas possam viver e conviver na diversidade, significa muito mais do que colocar juntos alunos com deficiência e sem deficiência em uma sala de aula. Trata-se de uma transformação muito maior, significa trazer de volta para a escola todos aqueles que foram excluidos. Implica também mudar a nossa concepção enquanto professores, diretores, orientadores, funcionários, pais.
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