Minha Prática Pedagógica
Cada pessoa é responsável pelo que faz e pelo que conquista. Cada criança que passa pela minha vida é muito importante para mim, cada dia aprendo mais com minhas crianças, pois dou muita importância a cada um deles, até mesmo aquele problemático eu consigo pegar o que ele tem de melhor e mostrar a ele que é muito importante para mim e para a escola, claro que tem dias que tenho vontade, como qualquer ser humano, de me afastar desse problema, mas aproveito esse meu estado de espírito para pensar em caminhos para ajudá-lo. E assim quero ser lembrada como a professora que pensa na aprendizagem dos alunos, mas que principalmente é amiga, carinhosa e que tenta lidar corretamente com as diferenças.
Dependendo da turma, procuro organizar atividades de construção de conhecimento através de atividades que possibilitam sua auto- expressão. Essas atividades podem ser através da recriação de jogos, dramatização na contação de histórias, montarem personagens e sentimentos com as massinhas de modelar e até mesmo na alfabetização, propriamente dita, com a construção de palavras e frases em fichas, jornais e revistas. O centro de interesses da turma é muito válido para desenvolver a autonomia nos alunos, uma das turmas que trabalho demonstrou muito interesse nas histórias em quadrinho de Mauricio de Sousa, estamos realizando um belo trabalho onde já encadernei livros feitos por eles, marcadores de páginas com a carinha dos personagens, máscaras para a dramatização de histórias e até realizaram uma pesquisa sobre o autor, montando também um livro.
Se recebesse aluno o qual tivesse sido tolido em sua capacidade de pensar, agir e escolher, realmente seria um desafio e tanto já que sua primeira experiência tirou-lhe o poder da iniciativa e autonomia. Tentaria de todas as maneiras resgatar seu poder de descoberta, de confiança em si próprio que poderiam levá-lo a ter dificuldades de aprendizagem e assim comprometer sua criatividade até nas pequenas atividades de expressão gráfica. Desenvolveria atividades que o levasse a acreditar em sua própria capacidade adormecida, através de novas situações de aprendizagem.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
QUALIFICAÇÃO PARA A VIDA
A educação do jovem e adulto é considerada mais do que um direito é a caminhada para a qualificação e requalificação profissional.
O direito da clientela da EJA é de uma escola de qualidade e o reconhecimento de igualdade do todo e qualquer ser humano.
Diante de uma função qualificadora onde o indivíduo constrói conhecimentos, habilidades, competências e valores nos deparamos com uma realidade que propicia e dá condições ao aluno a inclusão de estratégias de valorização de suas experiências.
A EJA deve ser uma educação onde o conhecimento e a vivência do aluno são considerados para construção do saber. A preocupação do saber ouvir os alunos da EJA, dá um diferencial para contemplar qual a melhor forma de auxilià-los no seu desenvolvimento intelectual e social, qualificando-o para a vida.
O direito da clientela da EJA é de uma escola de qualidade e o reconhecimento de igualdade do todo e qualquer ser humano.
Diante de uma função qualificadora onde o indivíduo constrói conhecimentos, habilidades, competências e valores nos deparamos com uma realidade que propicia e dá condições ao aluno a inclusão de estratégias de valorização de suas experiências.
A EJA deve ser uma educação onde o conhecimento e a vivência do aluno são considerados para construção do saber. A preocupação do saber ouvir os alunos da EJA, dá um diferencial para contemplar qual a melhor forma de auxilià-los no seu desenvolvimento intelectual e social, qualificando-o para a vida.
domingo, 27 de setembro de 2009
Um mundo sem sons
Entender as pessoas surdas faz parte da interação que a humanidade deve ter uns com os outro. Após a nossa aula presencial, onde a nossa professora nos trouxe, resumidamente a cultura dos surdos e as leituras que a mesma estabeleceu para que fizessemos antes de realizarmos a primeira atividade de Libras, fez com que eu estabelecesse uma relação com a realidade que vivencio com alguns surdos os quais relatei em minha tarefa e a teoria, o conhecimento em sí de como os surdos se comunicam.
As pessoas surdas compreendem e interagem com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua comunicação através da língua de sinais, a libras. A surdez não deve ser considerada uma deficiência e sim uma cultura.
A língua de sinais não é universal ela se diferencia em cada região e em cada país.
O dia nacional dos surdos, vinte e seis de setembro, è celebrado devido essa data lembrar a inauguração da primeira escola para surdos no Brasil. As manifestações nesse dia é para lembrar a luta dos surdos pelos seus direitos, a fita azul simboliza essa luta.
Num mundo sem sons, podemos afirmar que "a bondade é uma linguagem que o surdo consegue ouvir".
E segundo Paulo Freire, a leitura do mundo precede a leitura das palavras.
As pessoas surdas compreendem e interagem com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua comunicação através da língua de sinais, a libras. A surdez não deve ser considerada uma deficiência e sim uma cultura.
A língua de sinais não é universal ela se diferencia em cada região e em cada país.
O dia nacional dos surdos, vinte e seis de setembro, è celebrado devido essa data lembrar a inauguração da primeira escola para surdos no Brasil. As manifestações nesse dia é para lembrar a luta dos surdos pelos seus direitos, a fita azul simboliza essa luta.
Num mundo sem sons, podemos afirmar que "a bondade é uma linguagem que o surdo consegue ouvir".
E segundo Paulo Freire, a leitura do mundo precede a leitura das palavras.
sábado, 19 de setembro de 2009
Letramento
Podemos dizer que diáriamente convivemos com o letramento social e o escolar, ambos direcionados ao estudo da linguagem propriamente dita.
O letramento escolar é aquele o qual o indivíduo segue regras, decifra códigos, muitas vezes um meio automático de leitura de simbolos, sem se preocupar muito com significados para a vida, mas isso não quer dizer que não podemos oportunizar aos nossos alunos situações de letramento adotando práticas diárias de leitura em livros, jornais e revistas em sala de aula, colocar rótulos nos objetos como nas classes, cadeiras, quadro...fazer passeio leitura pela escola ou arredores.
O letramento social é um processo que se refere aos usos da língua escrita, não somente na escola como em todo lugar, porque ela está por todos os lados, fazendo parte da paisagem que nos envolve em casa, na rua, nas paradas de ônibus, nos estabelecimentos comerciais, parques, praças, igrejas...fazendo parte de todas as situações do nosso dia a dia.
Segundo Kleiman, letramento não é alfabetização, mas a inclui, estão associados.
O letramento escolar é aquele o qual o indivíduo segue regras, decifra códigos, muitas vezes um meio automático de leitura de simbolos, sem se preocupar muito com significados para a vida, mas isso não quer dizer que não podemos oportunizar aos nossos alunos situações de letramento adotando práticas diárias de leitura em livros, jornais e revistas em sala de aula, colocar rótulos nos objetos como nas classes, cadeiras, quadro...fazer passeio leitura pela escola ou arredores.
O letramento social é um processo que se refere aos usos da língua escrita, não somente na escola como em todo lugar, porque ela está por todos os lados, fazendo parte da paisagem que nos envolve em casa, na rua, nas paradas de ônibus, nos estabelecimentos comerciais, parques, praças, igrejas...fazendo parte de todas as situações do nosso dia a dia.
Segundo Kleiman, letramento não é alfabetização, mas a inclui, estão associados.
domingo, 13 de setembro de 2009
CONHECENDO A EDUCAÇÃO PARA JOVENS E ADULTOS
O trabalho em grupo da interdisciplina da EJA, me oportunizou a conhecer melhor as diretrizes curriculares nacional para a Educação de Jovens e Adultos.O texto é longo, bastante complexo e de difícil compreensão imediata, precisa de muita leitura e reflexão, mas a atividade proposta fez com que em grupo a ajuda fosse recíproca e nos auxiliamos na compreensão através das respostas aos principais argumentos do autor, Carlos Roberto Jamil Cury, membro do Conselho Nacional de Educação.
Os alunos da EJA, em sua grande maioria são aqueles menos favorecidos que viram-se obrigados a deixar a escola em favor de sua sobrevivência e até de seus familiares. Sendo assim a EJA vem lançar esse suporte reparando essa falha, essa lacuna onde os iletrados possuem cada vez mais dificuldades em ter um emprego mais digno.
A inserção no mercado de trabalho os torna não só um mero trabalhador, são mais do que isso, o aluno operário é aquele que luta por igualdade elevando sua auto-estima e se qualificando para a vida.
Os alunos da EJA, em sua grande maioria são aqueles menos favorecidos que viram-se obrigados a deixar a escola em favor de sua sobrevivência e até de seus familiares. Sendo assim a EJA vem lançar esse suporte reparando essa falha, essa lacuna onde os iletrados possuem cada vez mais dificuldades em ter um emprego mais digno.
A inserção no mercado de trabalho os torna não só um mero trabalhador, são mais do que isso, o aluno operário é aquele que luta por igualdade elevando sua auto-estima e se qualificando para a vida.
domingo, 6 de setembro de 2009
A arte de ensinar
Comênio,considerado o pai da didática (Jan Amos Comênio), já naquela época se preocupava com a arte de ensinar. Sua maior idéia era que o professor ensinasse menos e o aluno aprendesse mais e isso me faz lembrar do construtivismo, onde o professor assume o papel de mediador e assim o educando precisa mais do que em qualquer situação buscar a sua aprendizagem.
Segundo Comênio, a aprendizagem deve começar a partir dos sentidos, da percepção, da experiência do aluno, e não a partir de teorias abstratas e isso até hoje os educadores procuram incluir em suas aulas.
O pai da didática propõe que os alunos façam experiências por conta própria e aprendam através de suas observações e não somente repetindo o que ouvem. Comênio parece viver nos tempos de hoje, além de tudo primava pelo bom relacionamento entre professor e aluno como fundamento para a aprendizagem.
Segundo Comênio, a aprendizagem deve começar a partir dos sentidos, da percepção, da experiência do aluno, e não a partir de teorias abstratas e isso até hoje os educadores procuram incluir em suas aulas.
O pai da didática propõe que os alunos façam experiências por conta própria e aprendam através de suas observações e não somente repetindo o que ouvem. Comênio parece viver nos tempos de hoje, além de tudo primava pelo bom relacionamento entre professor e aluno como fundamento para a aprendizagem.
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Didática,
Planejamento e Avaliação
domingo, 30 de agosto de 2009
INÍCIO DO EIXO VII
Nesse início de semestre tenho a inteira conficção de ser uma pessoa privilegiada, por retornar a nossa caminhada com saúde e visão de que estamos chegando lá, nossos objetivos estão mais pertos de ser alcançados...
Nesse eixo teremos as seguintes interdisciplinas: *Educação de Jovens e Adultos
*Libra
*Seminário Integrador VII
*Didática,Planejamento e Avaliação
*Linguagem e Educação.
A primeira atividade escrita que realizei foi de Didática, Planejamento e Avaliação. Fiz a leitura do texto "O Menininho" que realmente trouxe-me a indignação em pensar que realmente nos dias de hoje exista ainda esse tipo de educador, esse que tole a autonomia do individuo e o faz perder sua linha de ação e pensamento, mas ai entra o nosso dever em tentar resgatar a criatividade de cada um. Proceder da melhor maneira que acreditamos ser verdadeiro e que irá contribuir para desenvolver e estimular a descoberta do novo, daquilo que cada um sente e acredita ser verdadeiro.
Nesse eixo teremos as seguintes interdisciplinas: *Educação de Jovens e Adultos
*Libra
*Seminário Integrador VII
*Didática,Planejamento e Avaliação
*Linguagem e Educação.
A primeira atividade escrita que realizei foi de Didática, Planejamento e Avaliação. Fiz a leitura do texto "O Menininho" que realmente trouxe-me a indignação em pensar que realmente nos dias de hoje exista ainda esse tipo de educador, esse que tole a autonomia do individuo e o faz perder sua linha de ação e pensamento, mas ai entra o nosso dever em tentar resgatar a criatividade de cada um. Proceder da melhor maneira que acreditamos ser verdadeiro e que irá contribuir para desenvolver e estimular a descoberta do novo, daquilo que cada um sente e acredita ser verdadeiro.
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