A leitura desse livro de Paulo Freire,tem o encanto de fazer o professor pensar a sua prática educativa, faz com que o mesmo busque um saber diferente, mais apropriado a realidade em que está inserido. O professor toma consciência que precisa criar situações de aprendizagens concretas do que exigir a simples memorização e a repetição de conceitos. Ao respeitar, aceitar e tomar como uma ajuda apropriada o que o aluno já traz em sua bagagem de conhecimentos, nos define como um ser humano que realmente é capaz de trabalhar com crianças, pois o respeita num todo.
Tomando conhecimento de que professor e aluno se completam e que um depende do outro para a aprendizagem se concretizar, saberemos avaliar-nos como seres em constantes mudanças e que somos capazes de aprender com nossas crianças e elas conosco na construção da aprendizagem, respeitando a autonomia que ambos tem de suas vidas.
A curiosidade que o educando traz, deve ser estimulada pelo educador, para que o aluno tenha liberdade de construir e produzir suas próprias hipóteses, levando-os ao caminho do saber.
Para Paulo Freire, a educação deve estar baseada no processo de que ensinar é uma troca entre aluno e professor, onde ambos aprendem, criam, sanam dúvidas e crescem como seres humanos.
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sexta-feira, 27 de junho de 2008
domingo, 1 de junho de 2008
"A arte de fazer perguntas"
As perguntas feitas pelos alunos, tornam-se ainda mais importantes porque provavelmente não seriam as que o professor faria para as crianças, como proposta de estudo. Existem assim curiosidades que se pensarmos, até nós mesmos podemos ter, e que as crianças não tem vergonha de perguntar, como: "por que o céu muda de cor?"Por que quando é dia aqui , no Japão é noite?" "O universo tem fim?" e assim as perguntas vão...e isso nos leva a uma significação de curiosidades.
Com as perguntas das crianças podemos enriquecer a grade de conteúdos programáticos, levando as aulas ao desafio, aceitando idéias e erros, desafiando no sentido de provocar a aprendizagem. A sala de aula deve ser o espaço para a alegria das descobertas, conscientizando-se que educar é tirar de dentro para fora, sem dar respostas imediatas e sim ensinar a pensar. A aprendizagem ocorre quando estamos diante de um desafio. Tomar consciência dos desafios é ajudar a criança a pensar para a descoberta.
Com as perguntas das crianças podemos enriquecer a grade de conteúdos programáticos, levando as aulas ao desafio, aceitando idéias e erros, desafiando no sentido de provocar a aprendizagem. A sala de aula deve ser o espaço para a alegria das descobertas, conscientizando-se que educar é tirar de dentro para fora, sem dar respostas imediatas e sim ensinar a pensar. A aprendizagem ocorre quando estamos diante de um desafio. Tomar consciência dos desafios é ajudar a criança a pensar para a descoberta.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
REFLEXÃO SOBRE A DEFESA DA SÍNTESE
Repensando a elaboração e a apresentação oral da síntese de meu portfólio, posso afirmar que a princípio senti dificuldade em me certificar se o que pensava era realmente o que estava sendo pedido pelo professor e orientado pelas tutoras.
A escolha do registro que mais me tocou, isto é, a interdisciplina trabalhada, não foi difícil de dicidir, pois a música me entusiasmou muito e o trabalho com os alunos foi motivador.
Refletindo melhor pude perceber o quanto aprendi neste período do curso, em especial no Seminário Integrador que nos leva a tal reflexão que gera a aprendizagem, interagindo com as outras interdisciplinas.
Considerando todo processo de formação até a conclusão de minha defesa da síntese, posso afirmar que houve um percurso formador de idéias que me levaram a refletir a minha caminhada docente, com características próprias de quem está sempre em processo de construção inovadora.
Na elaboração da síntese do portfólio, devo confessar que acreditava que os meus registros já estavam prontos, que mais nada precisaria fazer, fiquei aflita e até mesmo contrariada. Mas ao fazê-lo percebi que essa era uma ótima maneira de revisar os conteúdos estudados, refletir a nossa trajetória no semestre, enriquecendo a nossa prática pedagógica.
As dúvidas ocorreram como, o que fazer? Como fazer? Será que tenho que abranger tudo, na apresentação? Mas logo me decidi por apresentar o que de mais dinâmico e prazeroso motivou as minhas aulas, a música.
Foi nessa interdisciplina onde mais senti mudanças em meu modo de trabalhar, onde antes era um simples cantar, havia virado um estudo, um pouco mais, aprofundado, fiz um paralelo de como eu desenvolvia as aulas de música antes e como elas ficaram depois de ter estudado essa interdisciplina: Música na escola com a professora Ana Paula. A música pode ser integrada com as outras atividades das outras interdisciplinas, nas mais diversificadas brincadeiras, nos trabalhados artísticos, nas dramatizações e em tudo que diz respeito a atividades dinâmicas que podemos realizar com nossos alunos.
A escolha do registro que mais me tocou, isto é, a interdisciplina trabalhada, não foi difícil de dicidir, pois a música me entusiasmou muito e o trabalho com os alunos foi motivador.
Refletindo melhor pude perceber o quanto aprendi neste período do curso, em especial no Seminário Integrador que nos leva a tal reflexão que gera a aprendizagem, interagindo com as outras interdisciplinas.
Considerando todo processo de formação até a conclusão de minha defesa da síntese, posso afirmar que houve um percurso formador de idéias que me levaram a refletir a minha caminhada docente, com características próprias de quem está sempre em processo de construção inovadora.
Na elaboração da síntese do portfólio, devo confessar que acreditava que os meus registros já estavam prontos, que mais nada precisaria fazer, fiquei aflita e até mesmo contrariada. Mas ao fazê-lo percebi que essa era uma ótima maneira de revisar os conteúdos estudados, refletir a nossa trajetória no semestre, enriquecendo a nossa prática pedagógica.
As dúvidas ocorreram como, o que fazer? Como fazer? Será que tenho que abranger tudo, na apresentação? Mas logo me decidi por apresentar o que de mais dinâmico e prazeroso motivou as minhas aulas, a música.
Foi nessa interdisciplina onde mais senti mudanças em meu modo de trabalhar, onde antes era um simples cantar, havia virado um estudo, um pouco mais, aprofundado, fiz um paralelo de como eu desenvolvia as aulas de música antes e como elas ficaram depois de ter estudado essa interdisciplina: Música na escola com a professora Ana Paula. A música pode ser integrada com as outras atividades das outras interdisciplinas, nas mais diversificadas brincadeiras, nos trabalhados artísticos, nas dramatizações e em tudo que diz respeito a atividades dinâmicas que podemos realizar com nossos alunos.
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